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Superproteção


    Cuidado com o excesso!

Todo excesso é prejudicial! Quem já não ouviu falar nesta expressão? Pois bem, até nos cuidados com os filhos podemos levar esta frase em consideração. Vamos entender um pouco melhor?
 

Estar o tempo todo de olho grudado no filho, não deixar que as pessoas se aproximem muito, querer resolver tudo pela criança e não permitir que  tenham a experiência de errar ou de se frustrar, são alguns dos comportamentos de pais superprotetores, que temem pelos seus filhos e querem a todo custo livrá-los de qualquer situação que seja um pouco mais difícil.


Esta prática pode se tornar ainda mais comum nos pais de crianças com deficiência auditiva, quando acreditam que seus filhos já estão sofrendo por não ouvir e sentem a necessidade de poupá-los de qualquer dificuldade que apareça.

É importante lembrar, que algumas dificuldades podem ser enfrentadas por eles mesmos e outras, necessitam de apoio dos pais. Quanto mais autonomia a criança tiver, as chances de se tornar um adulto independente, com capacidade de fazer escolhas assertivas e de lidar bem com as frustrações aumentam.

A superproteção pode gerar algumas consequuências comportamentais que podem ser vistas tanto nas crianças como em adultos, segundo as psicólogas Ceres Araújo e Patrícia Madruga a criança superprotegida tende a ser:

• Medrosa (se restringe a um mundo sem desafios),
• Manhosa (faz birras para conseguir o que quer),
• Insegura (é difícil decidir algo sem os pais),
• Dependente (não consegue resolver problemas) e
• Impaciente (como é sempre atendida, espera sempre satisfação imediata).

Quando adultas podem:

• Ser egoístas (não aprende a dividir),
• Ser individualistas (é difícil se colocar no lugar no outro e a pensar em grupo),
• Ter dificuldade de relacionamento (quer ser o dono do mundo, dificuldade para ceder) e
• Ter dificuldade de fazer escolhas (sempre decidiram por ele). 

Portanto pais é preciso encontrar a medida certa até para os cuidados, mesmo quando bebês incentivar a autonomia é um ótimo recurso para a aprendizagem das crianças e a deficiência auditiva não deve ser um obstáculo para isso.

   


 


 

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